quarta-feira, 17 de setembro de 2014



(((publicado dia 1 de dezembro de 2013 no Facebook)))




SOBRE O MONTY PYTHON  , AMADEUS , AROMAS E ENFIM... UM CACHORRINHO CHAMADO “PÔURA”
 


Volume 82
 

  • Enquanto isso, em uma cidadezinha bucólica no interior da Escócia ...
  • Eu ia fazer a arquitetura e o urbanismo da cidadezinha bucólica. Ia desenhar as praças e os cafofos . Os 117 habitantes (118 com a Lina, que pediu nos comentários pra morar lá também  ;))), morariam cada um no seu cafofo, porque eu acho que o mundo ia ser um lugar MUITO mais feliz se todo mundo morasse sozinho. Aí, cada um teria seu espaço definido, teria muro, portão, porque aí ninguém perderia a sua essência, ninguém seria enrustido. Enrustido é tipo um falso, que finge ser o que não é. E todo enrustido É !! perigoso. E tenho dito. Os falsos seriam SUMARIAMENTE escorraçados da cidade. Na entrada da cidadezinha teria uma placa : “Aqui ninguém mente, por isso, aqui todo mundo é feliz”, em tradução simultânea, “No lies, but smiles” .
  • Nós íamos ser um grupo assim tipo o Monty Python . Íamos rir muito, ia ter interfone em todas as casas e a gente ia viver ligando um pro outro pra fazer piadinhas e trocadilhos infames. Ao lado do interfone, teriam dois botões : um branco e um vermelho, que você acionaria assim que acordasse. ((E que eu queria aplicar aqui e agora)). Se apertasse o botão branco, apareceria uma bandeira branca no portão com a frase : “vem ni mim que eu tô facim”. Em tradução simultânea, “come in”. Ih... rimou. *\o/*
  • Se apertasse o botão vermelho, apareceria uma bandeira vermelha no portão com a frase : “MEDÊXA !!! >:((“ , em tradução simultânea, “LEAVE ME ALONE”. E isso teria a força de uma lei, que todos respeitariam sem NEM pensar.
  • Lá, eu ia realizar aquele meu sonho de ter um cachorrinho chamado Porra, lembram ?? Meus amigos ingleses chamariam de “Pôura”, e eu não ia contar pra eles o significado dessa palavra. Aí eu ia gritar o dia inteiro “vem cá, Porra”, “não faz xixi aí, Porra !!!”, “vem tomar banho, Porra”, “vem comer, Porra”... E meus amigos não iam saber que eu estaria fazendo terapia. ;))
  • Nossa tchurma não ia querer conhecer Paris, Noviorque, Roma, como todo mundo. Não. A gente ia querer conhecer aqueles países que são TÃO pequenininhos no mapa, que a gente imagina que pode conhecer o país inteiro andando a pé. ;))
  • A gente iria pra Áustria . Eu ia colocar as músicas de Mozart no meu mp4, e ia andar, andar, andar... ia lembrar do filme ‘Amadeus’ e ia chorar o tempo inteiro e não ia conseguir ver nada. Daí eu pensaria : não, eu tenho que voltar aqui. Ia voltar pra Áustria, ia colocar as músicas de Mozart no meu mp-4, ia andar, andar, andar... ia lembrar do filme ‘Amadeus’ e ia chorar o tempo inteiro e não ia conseguir ver nada. Daí eu pensaria : não, eu tenho que ...
          ...
           
          BOM !!! se eu assisti Amadeus 53829765 vezes, ia demorar pra eu conseguir ver a Áustria. :’((

  • A gente iria pra Holanda . A gente ia ver papoulas, tulipas, flores e mais flores. E só iria na confeitaria comer bolinho na hora de voltar pra casa. É que a gente sabe que quem chega na Holanda e já come o bolinho, e depois vai conhecer o país, acorda em casa depois de 4 dias, tipos quem estou? onde sou? e não vai lembrar que esteve na Holanda e muito menos do que viu lá. Sim, a gente sabe das coisas. *\o/*
  • A gente iria pra Dinamarca . Na Dinamarca a gente ia alugar bicicletas, daquelas que tem cestinha, ia colocar frutas e chocolates na cestinha e ia percorrer o país assim, de bicicleta com cestinha, comendo frutas e chocolates. A gente ia rir daquela gente loira, de olhos azuis e pele rosada porque, mesmo sendo feliz, a gente ia ter invejinha daquela gente linda. ;))
  • E a gente ia ficar feliz quando voltasse pra casa, porque ter uma casa pra voltar é tudo que se quer .

          ...     
          Ai, esse maldito 'fecheclér'. :((
  • A bandeira da cidadezinha seria a mesma do Reino Unido, bandeira que eu AMO MUITO !!! mas teria uma legenda bem QuentinTarantina : '''Motherfucker fuckin’ fuck''', e o desenho de uma mão com o dedo do meio levantada. Nós seríamos assim : irreverentes e malditos. *\o/*
  • Nós íamos fazer comidinhas gostosas, ia ter sempre pão de casa, cuque de banana e bolo-mármore. E o cheirinho da cidade, quando não fosse de comida, ia ser de incenso. Quem não gosta de incenso... nem ia entrar na cidadezinha. ;)) “Yankees, go home” (não tem nada a ver, mas eu sempre quis dizer isso). ;))
  • Lembro de aromas. O aroma do café me transporta pra sei lá onde. *\o/* Mas sempre pro ‘rancho’ da casa da minha avó . Lá sempre tinha pão de casa e ‘cuque’ (tem gente que chama de ‘cuca’, eu não gosto) >:((.
  • O cuque, esse lindo, que sempre teve a mesma sina do pavê, que sempre vem acompanhado de ‘é pavê ou é pacomê’. A sina do cuque é : ‘banana no cuque é bom’, ‘uva no cuque é bom’... e preencha a lacuna com a fruta de sua preferência e que você ache que no cuque... é bom. ;))
  • AVISO PRÉVIO -------------> A hora se aproxima... Sabe porta de casa de filme de terror, que faz nhééééééc... Pois é, toda vez que eu abro meu notebook faz esse barulho e eu acho que vou ficar com a tampa na mão. :’((
  • Habemus maresiam, essa p*ta.
          Maresiam, sente a maresiam.  
          
          >:((




***   E aqui está o vídeo de um flagrante do QUERIDO!!! prefeito da minha cidadezinha imaginária no interior da Escócia, cantando o nosso hino e mostrando como seriam os nossos dias lá.    
-------------------------> 


*\o/*
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário